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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Drive



Drive é um filho bastardo de David Lynch. Dá pra sentir muito a presença dele, mesmo que ele não tenha relação direta nenhuma com o filme que é dirigido por Nicolas Winding Refn que pra mim até então é o famoso who the hell. Nunca havia sequer ouvido falar dele, mas o filme fez um certo sucesso em Cannes onde ganhou o prêmio de melhor diretor e ainda foi indicado a Palm D´Or.

A história é baseada no personagem de Ryan Gosling um exímio motorista que faz bicos como mecânico de carros, dublê em filmes de ação e as vezes mete um pé na ilegalidade dirigindo para ladrões na fuga dos roubos. A índole do motorista é complexa e isso é o grande trunfo do filme. Não dá pra saber ao certo quais são as intenções dele, nem o porque das atitudes que ele toma. De certa forma o motorista é tão desimportante na vida de um modo geral que o personagem não tem nem nome! Ao mesmo tempo a direção faz um trabalho impecável, levando a adiante uma história tensa com poucos diálogos, sem dar muita importância em explicar passo-a-passo, como a maioria dos filmes hollywoodianos, o processo que leva de A a B. Quando digo que o filme é um filho bastardo de Lynch é justamente por se preocupar menos em contar a história e mais em fazer o espectador sentir (medo, tensão, dúvida). E ainda tem uma trilha sonora curiosa bem calcada nos anos 80 e com poucas notas que aumentam a tensão da história. Quem assina o som é o Angelo Badalamenti que não por coincidência é o compositor favorito dos filmes do Lynch. 



Ficha Técnica:
Título Original: Drive
Título no Brasil: ???
Direção: Nicolas Winding Refn
Roteiro: Hossein Amini
Gênero: Ação, Drama, crime
Origem: EUA
Duração: 100min


Elenco:
Ryan Gosling ... Driver
Carey Mulligan ... Irene
Bryan Cranston ... Shannon
Albert Brooks ... Bernie Rose

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Tron Legacy (Tron o Legado)


Eu confesso que fiquei com vontade de rever o Tron original, porque sendo bem sincero não lembro nada da história. Recordo apenas vagamente de uma corrida de motos que deixavam um rastro. E era isso.

 O lançamento de Tron Legacy foi bem propagandeado, como manda o padrão Disney, e deu uma curiosidade. Quase fui ao cinema, mas (felizmente) esperei estrear lá em casa.

A trama é bem confusa e cheia de pontos falhos. Não consegui me conectar muito com a estória, o que definitivamente contribuiu negativamente para minha paciência com o filme. Gostei das cenas de batalha no grid, mas sinceramente os gráficos que parecem videogame ficam melhor no videogame, certo? Não sei se já lançaram o jogo do Tron, mas com certeza deve ser bem melhor que o filme que no fim das contas achei uma grande perda de tempo.






Ficha Técnica:
Título Original: Tron Legacy
Título no Brasil: Tron o Legado
Direção: Joseph Kosinski
Roteiro: Edward Kitsis
Gênero: ação, aventura, ficção
Origem: EUA
Duração: 130min

Elenco:
Jeff Bridges ... Kevin Flynn / Clu
Garrett Hedlund ... Sam Flynn
Olivia Wilde ... Quorra
Bruce Boxleitner ... Alan Bradley / Tron

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Attack the Block


A premissa de Attack the Block é completamente B, mas isso não quer dizer que o filme é ruim não. Sabendo aproveitar, dá pra se divertir bastante. É dos mesmos produtores de Paul, Shaun of the Dead e Scott Pillgrim vs The World.

Numa noite qualquer, aliens começam a cair dos céus e uma gangue do subúrbio londrino tem que se defender. Dá pra ser mais B que isso? Pois é, mas mesmo assim acredite, tem umas cenas bacanas e não dói de assistir. Ok, também não é imperdível não. Veja por conta e risco.


Ficha Técnica:
Título Original: Attack the Block
Título no Brasil: ???
Direção: Joe Cornish
Roteiro: Joe Cornish
Gênero: ação, comédia, ficção
Origem: UK/FRA
Duração: 88min


Elenco:
Nick Frost ... Ron
Jodie Whittaker ... Sam
John Boyega ... Moses
Luke Treadaway ... Brewis

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

X-Men First Class (X-Men: Primeira Classe)


Comecei a gostar de X-Men naquela transição da infância para a adolescência, quando todo ainda falava xis-men e não tinha problema algum nisso. Pouco tempo depois entrou no ar o desenho animado dos X-men já com a pronúncia correta em inglês, quer dizer correta pra quem cara pálida? Nos intervalos da escola continuava sendo xis-men pra todo mundo que já lia os quadrinhos. Hoje infelizmente os xis-men já viraram équismein em definitivo e também já parei de comprar os quadrinhos deles, embora continue curioso pra ver os filmes quando eles surgem.

Este novo First Class conta o início do surgimento dos X-Men quando o Xavier ainda colegava com o Magneto. Não gostei muito da estória deste novo filme, mas ainda acho divertido ver os mutantes na versão carne-e-osso hollywoodiana. Aliás gostei muito mais do filme por conta dos efeitos especiais e animações dos mutantes do que por qualquer outro fator. Se pra mim que gostava dos quadrinhos e já tinha alguma base a respeito da historiografia dos x-men foi difícil acompanhar o surgimento e evolução dos personagens, imagino pra quem nunca leu os quadrinhos. Deve ser um samba do crioulo doido sem pé nem cabeça que só desce mesmo por conta dos diversos efeitos especiais. O filme é bem confuso no que diz respeito a formação do grupo dos mutantes e da briga entre humanos normais e mutantes, sem falar que jogam isso num meio de guerra-fria. A história não tem muita liga pra se sustentar e quando termina a gente fica meio abandonado no meio daquela confusão. A menos que seja fã dos X-men, melhor buscar outro filme para ver.

Ficha Técnica:
Título Original: X-Men First Class
Título no Brasil: X-Men: Primeira Classe
Direção: Matthew Vaughun
Roteiro: Ashley Miller
Gênero: aventura
Origem: EUA
Duração: 132min


Elenco:
James McAvoy ... Charles Xavier
Laurence Belcher ... Charles Xavier (12 Years)
Michael Fassbender ... Erik Lehnsherr / Magneto
Bill Milner ... Young Erik
Kevin Bacon ... Sebastian Shaw
Rose Byrne ... Moira MacTaggert
Jennifer Lawrence ... Raven / Mystique

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Cidade de Deus

Cidade de Deus é um daqueles marcos do cinema nacional e acho que até mundial, sabe... No imdb está marcado como 18º na lista dos melhores filmes de todos os tempos. De qualquer forma, certamente será lembrado ainda por muito tempo. Quando Cidade estreiou no cinema fui assistir logo no finde de estréia na sala de cinema mais próxima da CDD na época. Uma sala bem mequetrefezinha ali na Freguesia, a menos de cinco minutos da favela que ficaria internacionalmente famosa a partir do filme. Não achei o filme espetacular como muitos disseram a época. Lembro que gostei e tal, porém de certa forma me pareceu muito copiado daquela linguagem que o Tarantino havia apontado e o Guy Richtie estava aperfeiçoando. Enfim achava o filme bom, mas não aquela coca-cola toda. Isso até rever filme semana passada no Domingão Maior. Realmente é um filmaço. Daqueles para rever de tempos em tempos e sempre redescobrindo elementos novos naquele mesmo filme. É incrível que alguns filmes tenham esta capacidade de ficar melhor ao longo do tempo. Porque analisando friamente não consigo ver defeitos na obra. E isso é tão raro num filme. A direção é ótima, o elenco é ótimo, o roteiro é excelente, a fotografia, direção de arte, enfim tá tudo harmonizado no filme. Não tem uma ponta solta. Filmaço para ver e rever e depois ainda ficar com as frases de efeito na cabeça.


Ficha Técnica:
Título Original: Cidade de Deus
Direção: Fernando Meirelles
Roteiro: Braulio Mantovani
Gênero: crime, drama
Origem: Brasil / França
Duração: 130min


Elenco:

Alexandre Rodrigues ... Buscapé
Leandro Firmino ... Zé Pequeno
Phellipe Haagensen ... Bené
Douglas Silva ... Dadinho
Jonathan Haagensen ... Cabeleira
Matheus Nachtergaele ... Sandro Cenoura
Seu Jorge ... Mané Galinha
Jefechander Suplino ... Alicate
Alice Braga ... Angélica
Emerson Gomes ... Barbantinho
Edson Oliveira ... Barbantinho Adulto
Michel de Souza ... Bené Criança
Roberta Rodrigues ... Berenice

terça-feira, 16 de agosto de 2011

The Wolfman (O Lobisomem)

Lembro que quando Lobisomem foi lançado fiquei curioso para ver o Benicio Del Toro no papel título. Além de ser um bom ator ele tem um phisic de role muito apropriado para o personagem. Porém o filme saiu de cartaz e esqueci dele até que, zapeando a tevê, ele apareceu na tv a cabo. Resolvi então conferir.

No elenco ainda está Anthony Hopkins no papel de patriarca da família Talbot. Uma família que carrega um estigma amaldiçoado e com diversas boatos mal contados pela região dos arredores de Londres na virada do século 20. Lawrence Talbot (Del Toro), o filho mais novo, é um ator de teatro e estava em Londres depois de uma longa temporada nos EUA e com a notícia do falecimento do irmão mais velho é obrigado a retornar ao casarão dos Talbot e encarar seu pai mais uma vez. A relação entre os dois não é exatamente amistosa, mas a promessa feita a sua cunhada viúva faz com que Lawrence estique sua estadia para decifrar a misteriosa morte de seu irmão. A direção de arte e a fotografia cumprem muito bem a missão de dar ao filme uma cara soturna, exatamente no tom necessário para o clima de suspense/terror do aparecimento do Lobisomem, mas não há filme que resista a uma estória fraca. E o roteiro é muito ruinzinho. Toda a mitologia criada para o surgimento da fera, a relação familiar dos Talbot nada convence e o final é ridículo. Daqueles que você para e pensa: "Sério, foi para isso que perdi quase duas horas?" Totalmente dispensável.


Ficha Técnica:
Título Original: The Wolfman
Título no Brasil: O Lobisomen
Direção: Joe Johnston
Roteiro: Andrew Kevin Walker
Gênero: ação, fantasia,
Origem: EUA
Duração: 103min


Elenco:

Emily Blunt ... Gwen Conliffe
Benicio Del Toro ... Lawrence Talbot
Mario Marin-Borquez ... Young Lawrence
Asa Butterfield ... Young Ben
Cristina Contes ... Solana Talbot
Anthony Hopkins ... Sir John Talbot

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Lock, Stock and Two Smoking Barrels (Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes)

Em um passado que está ficando cada vez mais longe, lembro de comprar um exemplar de revista SET que falava sobre o lançamento de Jogos, Trapaças...aqui no Brasil. Isso foi em 98 ou 99, por aí. Guy Richtie, o diretor era um ilustre desconhecido, mas isso estava para mudar justamente por este filme que o jogou no mapa. Na sequência ele dirigia Sherlock Holmes, Snatch - Porcos e Diamantes e casaria (e divorciaria) a Madonna, não necessariamente nesta ordem.

Já devo ter visto Jogos, Trapaças... pelo menos umas cinco vezes. Acho divertidíssimo a trama cheia de vigaristas querendo dar trambique para cima de outros vigaristas. Tem umas cenas ótimas e os diálogos bem afiados. Tudo que se espera de um bom enredo de trapaceiros. Mas confesso vendo desta última vez, senti que o filme deu uma leve envelhecida. Talvez pela familiaridade com a história, achei um pouco esquemático demais. Embora seja legal perceber que não há fio solto, todos os personagens - e são vários -, vem e voltam e tem alguma relação com que vem a seguir. Ainda vou ver e rever  mais algumas vezes. Pra quem não viu ainda, corra.

Ficha Técnica:
Título Original: Lock, Stock and Two Smoking Barrels
Título no Brasil: Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes
Direção: Guy Ritchie
Roteiro: Guy Ritchie
Gênero: ação, crime
Origem: UK
Duração: 107min


Elenco:
Jason Flemyng ... Tom
Dexter Fletcher ... Soap
Nick Moran ... Eddy
Jason Statham ... Bacon
Steven Mackintosh ... Winston
Nicholas Rowe ... J
Nick Marcq ... Charles
Charles Forbes ... Willie (as Charlie Forbes)
Vinnie Jones ... Big Chris

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Tropa de Elite 2 - O Inimigo agora é outro

Mais do que um filme, Tropa de Elite 2 é um fenômeno brasileiro. Se o primeiro da séria já havia sido um sucesso estrondoso, mesmo com o vazamento das cópias piratas antes do lançamento do filme nos cinemas, a sequência conseguiu um feito histórico: a maior bilheteria de um filme brasileiro de todos os tempos. Não tem Avatar que segure. Se não me engano, o Brasil foi o único mercado aonde o filme de James Cameron não alcançou o posto de maior bilheteria no ano passado.

Focando nos problemas da milícia carioca que herdamos dos desastrosos anos Garotinho, Tropa 2 traça um esperto raio-x que torna compreensível aos cidadãos comuns (como eu e você) o porquê desta escalada da corrupção na segurança pública e nos aponta um futuro bem nebuloso a depender dos políticos que estão nas Câmaras, Assembléias e no Congresso Nacional. É foda quando termina o filme e você se acorda para o fato de que tudo isso ocorre no seu entorno. Esta semana mesmo caiu o chefe da Polícia Civil, Alan Turnowski, que havia fechado a DRACO (Delegacia de Repressão ao Crime Organizado) pois havia suspeitas de corrupção lá dentro. Agora começa a aparecer também denúncias contra o Turnowski pelo mesmo motivo. E aí? Tamu tudo fudido batiman? 

É um filme fundamental pra ser revisto e, mais que isso, para despertar a revolta (no bom sentido da coisa) dentro de nós que não dá mais para ficar engolindo corrupção a torto e a direito. O custo humano não pode ser banalizado desta maneira.

Ficha Técnica:
Título Original: Tropa de Elite 2 - O inimigo agora é outro
Direção: José Padilha
Roteiro: José Padilha, Bráulio Mantovani e Rodrigo Pimentel
Gênero: ação, policial, thriller, drama
Origem: Brasil
Duração: 116min


Elenco:

Wagner Moura ... Tenente-Coronel Nascimento
Irandhir Santos ... Diogo Fraga
André Ramiro ... André Matias
Pedro Van-Held ... Rafael
Maria Ribeiro ... Rosane
Sandro Rocha ... Russo
Milhem Cortaz ... Tenente-Coronel Fábio
Tainá Müller ... Clara
Seu Jorge ... Beirada

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

127 Hours (127 Horas)


Ainda seguindo o rastro Danny Boyle fui conferir 127 Horas, a história de Aron Ralston, um alpinista/aventureiro que fica preso dentro de um cânion durante as tais 127 horas do título. Apesar do risco de se fazer um filme aonde o protagonista passa (quase) o tempo todo da projeção preso e sem ninguém contracenando com ele, o resultado é muito bom. Principalmente por conta do James Franco que está ótimo no papel e consegue – olha o trocadilho infame – tirar leite de pedra atuando sozinho na maiorias das cenas. Boyle também mais uma vez faz um bom trabalho na direção dando ritmo a um filme cuja ação é toda dentro de uma mesma locação.

Eu achava que o filme demoraria um pouco para chegar a parte onde ele fica preso no cânion, mas que nada. E aí começa uma angustiante corrida contra o tempo, pela própria sobrevivência com pouca água, pouca comida e sem a menor esperança de resgate, pois ele não avisou a ninguém onde estava indo. É tenso. Principalmente na cena onde ele abdica do braço...não é pra estomagos fracos.


Ficha Técnica:
Título Original: 127 Hours
Título no Brasil: 127 Horas
Direção: Danny Boyle
Roteiro: Danny Boyle, Simon Beaufoy
Gênero: drama, ação, thriller
Origem: EUA, UK
Duração: 94min

Elenco:
James Franco ... Aron Ralston
Kate Mara ... Kristi
Amber Tamblyn ... Megan

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Bloodsport (O Grande Dragão Branco)


Recentemente reclamei aqui sobre as traduções dos títulos de filmes, mas no caso deste filme preciso confessar que o título brasileiro é muito mais legal que o original, mesmo chamar o baixinho Van Damme de grande seja um contrasenso. Eu sinceramente já perdi a conta de quantas vezes vi e revi este filme. A história é praticamente um roteiro de game no estilo Street Fighter, muito possivelmente o filme tenha até influenciado o roteiro de uma dúzias de jogos de arcade diferentes. Aliás fuçando na web li que o Van Damme (e seus diversos personagens iguais em filmes diferentes) inspiraram a criação do Jonny Cage, lutador do Mortal Kombat.

Para mim, O Grande Dragão Branco é um destes clássicos que a gente não cansa de assistir. A história é sobre o lutador americano Frank Dux que vai representar o prestigioso clã Tanaka no campeonato de Full Contact mais barra pesada do mundo. Bem didaticamente, a estória conta como Dux foi treinado por Tanaka, aprendendo inclusive a lutar de olhos fechados. É sério! E óbvio que isso acabaria sendo necessário na luta final do campeonato. O roteiro é fraquinho, as atuações idem, mas e daí? É um clássico vandâmico! Vou continuar revendo ainda muito mais vezes.



Ficha Técnica:
Título Original: Bloodsport
Título no Brasil: O Grande Dragão Branco
Direção: Newt Arnold
Roteiro: Christopher Cosby, Mel Friedman
Gênero: aventura, acção
Origem: EUA
Duração: 92 min


Elenco:
Jean-Claude Van Damme ... Frank Dux
Donald Gibb ... Ray Jackson
Leah Ayres ... Janice Kent
Norman Burton ... Helmer
Forest Whitaker ... Rawlins

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Escape from Alcatraz (Fuga de Alcatraz)

Eu tinha certeza que já havia visto este filme com o Clint antes, na época que eu era rato das locadoras na Taquara, mas confesso que não lembrava de quase nada da história e nem do filme. A não ser o final-título. Então meio que despretensiosamente zapeando a tv no domingo a noite me deparo com o Clint na prisão e resolvo deixar por ali mesmo para lembrar o que acontece.

Engraçado ver como o cinema da década de 70 é característico. A moral dos personagens, os diálogos, o figurino, os tipos de corte e edição com fade in e fade out o tempo todo. Muito coisa já mudou na gramática do cinema desde então. Mas mesmo assim é legal curtir os detalhes que deixam o filme datado, não que isso seja ruim. É apenas um cinema antigo e que já mudou. Outra coisa que me chamou muita atenção é o quanto este filme serviu de inspiração a outro filmaço de prisão que adoro, Um Sonho de liberdade. Algumas passagens do Clint bolando o plano para fugir dali foram super homenageadas no longa com o Tim Robbins lançado anos depois.

Quando assisti pela primeira vez, devo ter gostado bem mais de Fuga de Alcatraz. Digo devo, porque não lembro direito. Mas o filme não chega a decepcionar, embora tampouco prenda muito a atenção. Vale pela nostalgia do cinema nos idos de 70.




Ficha Técnica:
Título Original: Escape From Alcatraz
Título no Brasil: Fuga de Alcatraz
Direção: Don Siegel
Roteiro: Richard Tuggle
Gênero: ação, drama
Origem: EUA
Duração: 90min

Elenco:
Clint Eastwood ... Frank Morris
Patrick McGoohan ... Warden
Roberts Blossom ... Doc
Jack Thibeau ... Clarence Anglin

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Unstoppable (Incontrolável)

Tony Scott deve ter desenvolvido alguma fixação por trens ou então ficou muito decepcionado com seu longa anterior (O sequestro do metrô 123) que foi muito fraquinho mesmo. Retornando ao gênero ação no trem com o excelente Denzel Washington, que também estava no filme anterior do Sequestro..., para contar uma quase tragédia que ocorreu no estado da Pensilvânia quando um trem cheio de carga perigosa percorre os trilhos sem ninguem a bordo para freá-lo.

Realmente lendo desta forma é até difícil acreditar que isso possa virar um bom filme de ação, mesmo porque um trem fujão é uma realidade meio distante aqui nesse Brasil dominado pelo serviços rodoviários, mas o fato é que o Tony Scott tem uma carreira de bons filmes de ação como Chamas da Vingança, Inimigo do Estado e, porque não, Top Gun. E consegue transformar essa história num filme tenso, onde por quase uma hora e meia vemos aquela jamanta descontrolada rumar a em direção ao desastre. Apesar de não ser memorável, é bem feito e entretem. Pros amantes de filme de ação, fica a dica.




Ficha Técnica:
Título Original: Unstoppable
Título no Brasil: Incontrolável
Direção: Tony Scott
Roteiro: Mark Bomback
Gênero: Ação, thriller
Origem: EUA
Duração: 98min


Elenco:
Denzel Washington ... Frank
Chris Pine ... Will
Rosario Dawson ... Connie
Ethan Suplee ... Dewey
Kevin Dunn ... Galvin

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

The Sorcerer´s Apprentice (O Aprendiz de Feiticeiro)

Desde maio de 2009 que eu tava curioso para assistir este filme, mas os motivos são muito mais de ordem pessoal do que fruto das competências envolvidas na realização do filme, mesmo porque tendo a implicar bastante com as produções do Jerry Bruckenheimer, normalmente bem barulhentas e explosivas mas com pouca história no recheio. A minha estória com este Aprendiz de Feiticeiro é totalmente aleatória, um fruto do acaso mesmo.

Naquele mês de maio, ainda estava me acostumando com a idéia de finalmente ser turista em Nova Iorque - a grande maçã, capital financeira do mundo e casa de tantos cartões postais imortalizados por hollywood. Era a primeira vez que visitava a cidade, e ainda lutava para  desfazer, na minha cabeça, aquela hiper-realidade baudrillardiana que cismava em reconhecer inúmeros lugares daquele cidade que nunca havia pisado. Vagando pelas ruas em algum lugar próximo a Saint Patricks Cathedral, havia uma aglomeração de pessoas dos dois lados da rua, e os holofotes não deixavam nenhuma dúvida: era um set de filmagem ali bem na minha frente. Eu e aquele grupo de curiosos, ficamos ali nos espremendo um pouco na calçada tentando descobrir o que estaria sendo filmado ali e que atores estariam envolvidos. Os simpáticos assistentes de platô munidos de megafones pediam para que não usassem flash, pois isto estragaria a fotografia da cena e esclareceram, o filme que estava sendo rodado ali era da Disney, chamado The Sorcerer´s Apprentice, e o elenco incluia Nicolas Cage e Monica Belluci. Fiquei alguns minutos ali com a minha mulher tentando avistar um dos dois. Cage não estava ali na hora, apenas seu dublê marcava a cena e a Monica Belucci cruzou rapidamente um pedaço da calçada, mas foi difícil ver alguma coisa porque havia muita gente pra pouca calçada do outro lado do set.

Isso bastou para que eu quisesse ver o filme. Não me importava a sinopse, diretor ou elenco. Aquela boa surpresa de ver o set armado no meio do meu dia de turista já era suficiente pra querer assistir. O filme conta a história bem bobinha-ao-estilo-disney da busca através dos séculos de um substituto para o mago Merlin que irá cumprir a profecia de derrotar Morgana, sua principal inimiga. É um filme para crianças, que fique bem claro. O roteiro não se sustenta e tem vários fiapos soltos, mas a molecada nem vai se ligar nisso.



Ficha Técnica:
Título Original: The Sorcerer's Apprentice
Título no Brasil: O Aprendiz de Feiticeiro
Direção: Jon Turtletaub
Roteiro: Lawrence Konner
Gênero: ação, aventura, fantasia
Origem: EUA
Duração: 109 min


Elenco:
Nicolas Cage ... Balthazar Blake
Jay Baruchel ... Dave
Alfred Molina ...Maxim Horvath
Teresa Palmer ... Becky Barnes
Toby Kebbell ... Drake Stone
Omar Benson Miller ... Bennet
Monica Bellucci ... Veronica

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

The Dark Knight (O Cavaleiro das Trevas)


Curiosidade é uma coisa muito…curiosa :S Recentemente em alguma mesa de bar, conversei sobre a recente versão do curinga neste filme. Corta para outro dia quando liguei a tevê e estava passando Dark Knight, já no finzinho, mas aí a curiosidade já havia acendido...e decidi conferir de novo, agora em full HD, Dark Knight. É um filmaço! Impressionante a quantidade de bons requisitos reunidos num filme só: ótimos atores (Michael Caine, Morgan Freeman, Heath Ledger, Gary Oldman, Aaron Eckhart e, vai, o Christian Bale não compromete também), um excelente diretor Christopher Nolan e um ótimo roteiro. Realmente seria difícil fazer um filme ruim com tantos predicados.

Este Batman, talvez o melhor de todos os já filmados, conta uma história muito sombria e com um vilão aterrorizante. O Curinga do Heath Ledger é absurdamente mal. Ele não tem moral e não tem preocupações, mas o filme ainda lhe dá uma dimensão psicológica bizarra. A história que ele conta em diferentes versões ao longo do filme “Why So Serious?”, é de uma crueldade bizarra. É um vilão que se diverte em criar o caos e ele nem ao menos tem interesse em destruir Batman, afinal ele perderia assim sua diversão. E ver o filme em full HD é outra experiência, Gotham fica ainda mais sombria e aterrorizante, a maquiagem fica mais tenebrosa e o filme ainda melhor. Para quem não viu, fica a dica, assista já!


Ficha Técnica:
Título Original: The Dark Knight
Título no Brasil: Batman - O Cavaleiro das Trevas
Direção: Christopher Nolan
Roteiro: Jonathan Nolan, Christopher Nolan
Gênero: ação, aventura, fantasia
Origem: EUA
Duração: 152min



Elenco:
Christian Bale ... Bruce Wayne / Batman
Heath Ledger ...Joker
Aaron Eckhart ... Harvey Dent
Michael Caine ... Alfred
Maggie Gyllenhaal ... Rachel
Gary Oldman ... Gordon
Morgan Freeman ... Lucius Fox

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Inception (A Origem)

Nova tese: se você termina o filme com vontade de ver de novo é porque o filme é bom. A Origem é assim. Com alguns meses de atraso finalmente assisti o filme que todo mundo estava comentando há uns três meses atrás.

A Origem é um filme muito doido sobre - atenção pro spoiler - o sonho, dentro do sonho, dentro do sonho, e por aí vai como um desenho do Escher (aliás os desenhos dele são referência em algumas cenas de perseguição nas escadas). Cobb (Di Caprio) é uma espécie de espião/ladrão nos sonhos, pois consegue roubar segredos das pessoas enquanto elas dormem, atuando dentro do sonho delas. Este argumento - o ladrão dos sonhos - tinha tudo para virar um filme bem hollywood apenas com efeitos e sem cérebro nenhum. E provavelmente teria virado se a direção e o roteiro não fosse do grande Christopher Nolan que tem uma pequena porém excelente filmografia com títulos como Amnésia e o Batman - O Cavaleiro das Trevas. Desde que vi Amnésia tenho acompanhado a carreira dele. E até agora ele não me decepcionou. Gostei de todos os filmes que ele dirigiu. Inclusive já está separado aqui para assistir o Following, seu primeiro longa. E pra você que me lê até aqui aproveita pra conhecer o primeiro filme (curta) que ele dirigiu aqui ó. Mais uma vez, Nolan não deixa a peteca cair e põe um elenco de peso nesse filmaço que vale a pena ser revisto. Já estou até preparando a reprise aqui.




Ficha Técnica:
Título Original: Inception
Título no Brasil: A Origem
Direção: Christopher Nolan
Roteiro: Christopher Nolan
Gênero: Ação, ficção, thriller
Origem: EUA
Duração: 148min


Elenco:
Leonardo DiCaprio ... Cobb
Joseph Gordon-Levitt ... Arthur
Ellen Page ... Ariadne
Tom Hardy ... Eames
Ken Watanabe ... Saito
Dileep Rao ... Yusuf
Cillian Murphy ... Robert Fischer
Tom Berenger ... Peter Browning
Marion Cotillard ... Mal
Pete Postlethwaite ... Maurice Fischer
Michael Caine ... Miles

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Salt

Who is salt? E melhor ainda, quem é o infeliz que teve coragem de produzir isso? Sério. Parece o tipo da coisa "acho que Angelina Jolie daria uma boa espiã" como se isso bastasse para criar um filme. A história parte de um premissa absurda que talvez fizesse até sentido caso fosse produzido na década de 60, mas hoje não dá pra pra engolir esse papo de superespião russo.

E pra pior, após uma hora e meia de uma sucessão de erros e non-sense, a história acaba sem um fim. Ou melhor deixaram o fim aberto para uma possível sequencia, que espero que não venha nunca. Próximo.





Ficha Técnica:
Título Original: Salt
Título no Brasil: Salt
Direção: Philip Noyce
Roteiro: Kurt Wimmer
Gênero: Ação
Duração: 100min
Origem: EUA


Elenco:
Angelina Jolie ... Evelyn Salt
Liev Schreiber ... Ted Winter
Chiwetel Ejiofor ... Peabody
Daniel Olbrychski ... Vassily Orlov

The Expendables (Os Mercenários)

Quando eu era moleque na década de 80, Stallone era o rei dos filmes de ação. Apenas o Schwarzennegger rivalizava com ele. Outros como Bruce Willis, Van Damme, Dolph Lundgreen, Mike Rourke, Steven Seagal bem que tentavam mas filme de ação bom era mesmo com o Stallone. Ou pelo menos era a minha percepção infantil constantemente alimentada pelos posters que chegavam nas paredes das videolocadoras. E como eu frequentei as locadoras...

Tudo bem que de lá pra cá, a maioria destes atores foram sumindo ou virando paródias de si mesmo. Schwarzennegger teve alguns filmes de sucesso até quase fins dos anos 90 e depois virou governator. Willis ganhou um folego novo com Sexto Sentido. Van Damme continuou naqueles filmes iguais que ia direto pra locadoras, Lundgreen nunca mais ouvi falar e o Rourke só virou notícia recentemente por conta do O Lutador, que é um filmão, ter sido indicado ao Oscar. Já o Stallone ficou patinando ora fazia umas bombas, ora fazia coisa piores. E pra resolver garantir de vez a aposentadoria fez um derradeiro Rambo e um novo Rocky (que por sinal é um bom filme). Aproveitando a onda de sucesso (ao menos nas bilheterias), resolveu juntar num filme só o elenco que outrora era o dream team dos filmes de ação. E assim nasce Os Mercenários. E aí, sinceramente, a história pouco importa. O que vale mesmo é ver toda esta penca de astros do gênero reunidos distribuindo pontapés, granadas e explodindo o que mais tiver pela frente. Se você em algum momento foi fã de Stallone e cia, assista sem o menor pudor.




Ficha Técnica:
Título Original: The Expendables
Título no Brasil: Os Mercenários
Direção: Sylvester Stallone
Roteiro: Sylvester Stallon & Dave Callaham
Gênero: Ação
Duração: 103min
Origem: EUA


Elenco:
Sylvester Stallone ... Barney Ross
Jason Statham ... Lee Christmas
Jet Li ... Ying Yang
Dolph Lundgren ... Gunner Jensen
Eric Roberts ... James Munroe
Randy Couture ... Toll Road
Steve Austin ... Paine
David Zayas ... General Garza
Giselle Itié ... Sandra

sábado, 17 de julho de 2010

The A-Team (Esquadrão Classe A)

"Se você tem um problema. Se ninguém mais puder ajudar. E se você encontrá-los, talvez você possa contratar o Esquadrão Classe A", assim começavam as aventuras deste quarteto que eu acompanhava quando moleque nos fins-de-semana com a vovó lá no Valqueire. A série durou apenas quatro temporadas e não sei o que isso significa exatamente em termos de duração na Globo, que nunca foi muito de manter as séries no ar, mas mesmo assim lembro que adorava ver o seriado. Muito por conta do Mr.T , um figuraça que ficou famoso em Rocky III ao viver o rival de Rocky. No seriado ele interpretava o B.A. (Bad Attittude), ou seja um encrenqueiro nato, que tinha um quê de cômico com seu medo de voar. Acho até que eu tinha brinquedos do Esquadrão Classe A, mas posso estar errado também.

Engraçado que apesar de ter a lembrança de gostar muito do seriado, não lembro de nenhum capítulo, acho que era mais a mágica de ação/aventura + o fator B.A. que me chamava a atenção. E apenas isso bastou para eu ficar esperando ansiosamente o lançamento do filme baseado na série, que por sinal ficou sensa!!! Um dos melhores filmes de ação/aventura que vi nos últimos anos. Tem mentira, tem mulher bonita, tem escapadas inacreditáveis, tem roubos espetaculares, tem muita bomba e explosão, e além de tudo isto tem um bom roteiro, uma boa edição e uma boa direção. Para um gênero que normalmente chove no molhado (Vin Diesel, Jason Statham que o digam), o Esquadrão Classe A é um colírio. O elenco também está muito afinado, com uma boa química entre eles, a comédia surge nos momentos certos e, claro, ele que está de volta, o mítico B.A., desta vez interpretado por um Quinton Jackson, um famoso who-the-hell, mas que encarna belissimamente o personagem antológico de MrT. Vale a pena.



Ficha Técnica:
Título Original: The A-Team
Título no Brasil: Esquadrão Classe A
Direção: Joe Carnahan
Roteiro: Joe Carnahan & Brian Bloom
Gênero: Ação / Aventura
Origem: EUA
Duração: 117min


Elenco:
Liam Neeson ... Col. John 'Hannibal' Smith
Bradley Cooper ... Lt. Templeton 'Faceman' Peck
Jessica Biel ... Charisa Sosa
Quinton 'Rampage' Jackson ... Cpl. Bosco 'B.A.' Baracus
Sharlto Copley ... Murdock
Patrick Wilson ... Lynch

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Kick Ass

No universo das HQ, a maioria dos super-heróis começam a atuar por conta de alguma experiência que lhes dá super poder e decidem usar isso a favor do bem. Pois é, mas imagine se uma pessoa normal, ou melhor um nerd adolescente, fracote porém bem-intencionado resolve usar um uniforme e sair para as ruas, sem qualquer tipo de treinamento em artes marciais ou qualquer tipo de superpoder, para combater o crime? Aí você tem Kick-Ass :)

É uma premissa muito boa para uma HQ e porque não para um filme? Pois bem, pelo pouco que li parece que as duas coisas foram desenvolvidas em paralelo. E o lado que acho mais bacana é que KickAss tem uma queda para o politicamente incorreto e uma certa despreocupação em relação a quantidade de violência utilizada na história. Concordo com uma crítica que li que o comparava ao Kill Bill do Tarantino, porém a  noiva neste caso é uma garotinha de 11 anos!

Outro fator positivo para o filme é que ele é super atual na contextualização do personagem. Kick Ass só fica famoso por causa de um vídeo jogado no Youtube. E cria um página de Myspace para poder interagir com seus fãs. É divertido em várias partes principalmente nas cenas de luta, que por mais que você torça pelo herói, sabe que ele tem grandes chances de não se sair bem dela. Assista sem medo e prepare-se para a diversão.

Ficha Técnica:
Título Original: Kick Ass
Título No Brasil: ??
Direção: Matthew Vaughn
Roteiro: Matthew Vaughn & Jane Goldman
Origem: Eua
Gênero: Ação/aventura
Duração: 117min

Elenco:
Aaron Johnson ... Dave Lizewski / Kick-Ass
Garrett M. Brown ... Mr. Lizewski
Clark Duke ... Marty
Evan Peters ... Todd
Deborah Twiss ... Mrs. Zane
Lyndsy Fonseca ... Katie Deauxma

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Zombieland (Zumbilândia)


Pelo título já dá para prever que este não é um filme para ser levado a sério. Então esqueça qualquer tentativa de academicismo ou aprendizado cultural, este longa é para relaxar e se divertir.

Com uma linguagem bem clipesca e bastante sangue espirrando nas telas, vemos como os EUA foram inteiramente devastado por uma praga de zumbis. Ei, mas já não é assim? hehhe 

Nesse contexto poucos humanos ainda sobrevivem e o protagonista é um deles. Interpretado pelo Jesse Einberg (A Lula e a Baleia e Adventureland) que tem um rosto meio abobalhado e se encaixa perfeitamente no papel do nerd/virgem que segue seu próprio manual de dicas para sobrevivência aos zumbis. No caminho ele encontra ainda Tallahassee (Woody Harrelson) um doidão que só pensa em encontrar bolinhos de chocolate antes que o prazo de validade deles vençam e não haja mais nenhum no mundo, e as irmãs Wichita e Little Rock.

Os quatro juntos partem para oeste aonde irão encontrar Bill Murray, um parque de diversões e muita confusão na sessão da tarde. Como disse antes, não espere nada deste filme e pode ser que você acabe se divertindo por quase uma hora e meia.


Ficha Técnica:
Título Original: Zombieland
Título no Brasil: Zumbilândia
Direção: Ruben Fleischer
Roteiro: Rhett Reese & Paul Wernick
Gênero: Ação, comédia, terrir
Origem: EUA 
Duração: 88min


Elenco:
Woody Harrelson ... Tallahassee
Jesse Eisenberg ... Columbus
Emma Stone ... Wichita
Abigail Breslin ... Little Rock
Amber Heard ... 406
Bill Murray ... Himself
Derek Graf ... Clown Zombie